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O impacto da instabilidade econômica no mercado de crédito: Riscos, oportunidades e o que esperar, saiba mais com Felipe Rassi

Diego Velázquez
Diego Velázquez 21 de maio de 2026
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Felipe Rassi
Felipe Rassi

Instabilidade econômica e mercado de crédito são variáveis que se retroalimentam de forma intensa e, muitas vezes, imprevisível. Como especialista no mercado financeiro, Felipe Rassi retrata que, quando o ambiente macroeconômico se deteriora, as condições de concessão de crédito endurecem, a inadimplência avança, os spreads se alargam e os agentes financeiros passam a operar com níveis de cautela que afetam diretamente o ritmo de crescimento da economia real. 

Se o cenário econômico atual ainda parece confuso para suas decisões de crédito ou de investimento, este conteúdo oferece uma leitura estruturada que pode mudar a qualidade das análises que você conduz.

De que forma a instabilidade econômica se transmite para as condições do mercado de crédito?

A transmissão da instabilidade macroeconômica para o mercado de crédito ocorre por múltiplos canais que se reforçam mutuamente. O primeiro e mais direto é o canal de preço: em ambientes de incerteza elevada, as instituições financeiras ampliam os spreads cobrados sobre operações de crédito como compensação pelo aumento percebido do risco de inadimplência. Esse encarecimento do crédito reduz a demanda por novas operações, comprime a atividade econômica e, paradoxalmente, pode aumentar o próprio risco que os spreads mais altos tentavam compensar, criando uma dinâmica de retroalimentação negativa que é difícil de reverter sem intervenção coordenada de política econômica.

Felipe Rassi apresenta que o canal de quantidade é igualmente relevante. Bancos e outras instituições de crédito reagem à instabilidade não apenas encarecendo o crédito, mas também restringindo o volume de novas concessões, elevando exigências de garantias e encurtando os prazos das operações. Empresas que dependem de crédito de curto prazo para manutenção do capital de giro são as primeiras a sentir esse aperto, especialmente aquelas com menor capacidade de substituir fontes de financiamento ou de acessar mercados de capitais alternativos. A contração do crédito disponível afeta de forma assimétrica os agentes econômicos, penalizando proporcionalmente mais as pequenas e médias empresas do que as corporações com acesso diversificado a fontes de financiamento.

Quais setores da economia são mais vulneráveis ao endurecimento das condições de crédito?

A vulnerabilidade setorial ao endurecimento das condições de crédito não é uniforme e depende de uma combinação de fatores estruturais que incluem a intensidade de capital do setor, o ciclo de caixa característico da atividade, o grau de dependência de crédito externo e a capacidade de repassar aumentos de custo ao consumidor final. Setores com ciclos longos de maturação de investimentos, como construção civil, agronegócio de grande escala e projetos de infraestrutura, são particularmente sensíveis a variações nas condições de crédito de longo prazo, pois a inviabilização do financiamento em qualquer ponto do ciclo pode comprometer projetos inteiros já parcialmente executados.

Felipe Rassi
Felipe Rassi

O varejo e os serviços voltados ao consumo de massa apresentam uma vulnerabilidade diferente, mais relacionada ao crédito ao consumidor do que ao crédito corporativo. À medida que as condições de financiamento ao consumidor se deterioram, seja pelo aumento de juros, pela redução de limites ou pelo endurecimento das políticas de aprovação, a demanda por produtos e serviços financiados recua de forma abrupta, afetando diretamente o faturamento e, por consequência, a capacidade das empresas do setor de honrar seus próprios compromissos financeiros. Segundo o especialista no mercado financeiro, Felipe Rassi, esse efeito cascata explica por que ciclos de crédito restritivo tendem a produzir aumento de inadimplência corporativa em setores aparentemente distantes do mercado financeiro.

O segmento de médias empresas merece destaque especial nessa análise por concentrar um conjunto de características que o tornam particularmente vulnerável em ciclos adversos de crédito. Ao contrário das grandes corporações, que têm acesso a mercados de capitais, emissão de debêntures e linhas internacionais de financiamento, e das microempresas, que muitas vezes operam com estrutura de custo mais enxuta, as médias empresas dependem fortemente do crédito bancário tradicional e têm capacidade limitada de diversificar fontes de financiamento em curto prazo. Essa vulnerabilidade estrutural as coloca na linha de frente dos impactos de qualquer ciclo de restrição creditícia.

Que oportunidades surgem para investidores em cenários de instabilidade e restrição de crédito?

Tal como elucida Felipe Rassi, a instabilidade econômica, ao produzir distorções nas condições de crédito, cria simultaneamente um conjunto de oportunidades para investidores com apetite adequado ao risco e capacidade analítica para separar ativos genuinamente deteriorados de ativos temporariamente desvalorizados por condições de mercado. O mercado de créditos estressados é o mais evidente beneficiário direto desse fenômeno. Quando instituições financeiras buscam reduzir sua exposição a carteiras de inadimplentes, frequentemente o fazem a preços que descontam o risco de forma excessiva, criando janelas de aquisição com potencial de retorno expressivo para quem tem estrutura operacional para gerir a recuperação desses ativos.

Os instrumentos de renda fixa corporativa também oferecem oportunidades interessantes em cenários de instabilidade, frisa o empresário Felipe Rassi. Debêntures e outros títulos de dívida de empresas sólidas que sofreram reprecificação em função do aumento generalizado de spreads podem oferecer retornos ajustados ao risco superiores ao que os fundamentos da empresa isoladamente justificariam. Investidores com horizonte de médio prazo e capacidade de absorver volatilidade de marcação a mercado têm historicamente obtido retornos acima da média ao adquirir esses instrumentos em momentos de estresse generalizado e mantê-los até a normalização das condições de mercado.

Por fim, a instabilidade econômica tende a acelerar processos de reestruturação corporativa que criam oportunidades para fundos de private equity e turnaround especializados. Empresas que acumularam alavancagem excessiva em períodos de crédito abundante e barato ficam expostas quando as condições se invertem, e muitas vezes precisam de capital e gestão estratégica que apenas investidores especializados conseguem prover. Para quem tem o perfil e a competência adequados, esses momentos de estresse representam pontos de entrada em ativos reais com potencial de valorização expressiva após a estabilização do ambiente macroeconômico.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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